quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Esse foi semana passada

Eu e minha amiga Natália iríamos sair, estávamos afim de se divertir, era sexta a noite, todos merecem depois de uma longa semana de trabalho. Bem, ligamos para o namorado dela, Carlos, que nos “enrolou” por uma hora, ligava dizendo que chegaria em dez minutos e nunca chegava. Já era quase onze e meia e nada, irritei-me e decidimos sair sem ele; pegamos um táxi e fomos para um barzinho (Banana Beer), pedimos chopp e começamos a conversar com alguns rapazes que estavam do nosso lado, a conversa fluía bem até Carlos chegar e tomar sua posição de namorado.

Natália ficou de um lado e eu do outro, por coincidência alguns amigos nossos apareceram e sentaram conosco, começamos a conversar coisas bobas, Nat estava beijando Carlos e eu acariciava sua perna por debaixo da mesa. Os nossos amigos não percebiam nada do que eu estava fazendo e uma hora ou outra eu dizia coisas obscenas em seu ouvido e ele ria.  Ficamos os três nesta posição engraçada, ríamos muito.

Chopp’s e mais chopp’s, amendoim, carícias, beijos e sussurros.

Percebi os olhares de outras pessoas em nós três, parecíamos ser a sensação do local. Lá pelas quatro da manhã resolvemos ir para casa, qual casa? Na hora ninguém sabia direito e decidimos ir para a casa dele, Nat estava muito bêbada e eu estava mais ou menos bêbada, mas ficava mais excitante a cada segundo. Ao chegarmos na casa de Carlos, Nat foi logo tirando a roupa e beijando-o, arrancava a roupa do corpo dele e eu assistia pacientemente sabendo que a próxima seria eu, quase despidos eles me convidam a entrar no quarto.

Eu estava com um vestido preto com detalhes de flores na saia, um salto, e muita vontade de fazer sexo. Eles estavam com suas roupas de baixo, chamavam-me caliente e quando percebi estava também de calcinha e sutiã; beijamos os três ao mesmo tempo, eu não sabia bem quem beijava quem, ora era Carlos com Nat, ora Carlos comigo, ora Nat comigo. E quando entramos no quarto os três já se encontravam nus.

- Quem quer chupar minha pica primeiro? – dizia Carlos.
- Eu, pois sou a dona. – Respondeu Nat.
- Seja anfitriã Nat, dê sua vez a convidada. – Dizia eu.

E por um impasse decidimos que as duas começariam.

Nat e eu começamos deslizando nossas línguas sobre o pau dele, que foi erigindo de maneira lenta, e cada vez que subíamos nossas línguas mais ele enrigecia. Num segundo Nat enfiou-o na boca, friccionando entre a língua e o céu da boca, ele começava a gemer, depois ela passou para mim para que eu fizesse o mesmo e eu o fiz. Quando estava extremamente rígido ela senta em cima, movimentando-se como uma amazona, e ele segurava em seu quadril dando-lhe tapas de incentivo para que cavalgasse mais rápido. Eu o beijava na boca, sua mão solta acariciava minha buceta, que ficava cada vez mais molhada.

Gozada, Nat desliza para o lado e acaba adormecendo, Carlos olha para mim e diz: - E agora? O que faremos com ela? Na minha mente vinham mil idéias, dei-lhe um selinho e respondi: - Devemos terminar o que ela começou.
Era a minha vez e eu estava mais do que pronta para qualquer coisa que ele quisesse. Ele vira ficando em posição de meia nove, enquanto eu socava minha bucetinha no pau dele, ele ficava chupando a bucetinha de Nat. Ela lânguida não reagia a nada, fazia gemidos – Humm! Hummm! - Cavalgando rápido senti-o gozar dentro de mim. Daí ele olhou para mim meio que espantado e toma a posição de dominador. Me joga de costas no colchão, acaricia meus seios de modo grosseiro, desliza sua barba em meu rosto deixando-o vermelho, chupa meu pescoço deixando uma marca, segura minhas mão sobre minha cabeça e volta a me foder com extrema violência, queria pedir para ir devagar mas não, ao contrário, pedi para ir mais fundo com mais força. Chamava-o de viado, bichinha escrota, fuleiro e tantas outras coisas que quanto mais o ofendia, mais ele metia com força. Quando senti o orgasmo aproximar ele morde o bico de um dos meus seios, daí o êxtase foi maior, a dor se misturava com o prazer; ele também sentiu o orgasmo pois caiu em cima de mim após este preâmbulo.

Suada eu sorria com ele ainda em cima de mim.

- Nat deveria ter-me apresentado você há mais tempo.
- Está preparado para o segundo round?
- Deixe-me recuperar um pouco o fôlego.
- Eu já recuperei o meu e quero mais.
- Você é muito folgosa heim!
- Sou sim.
- Vou tomar um banho, quer ir junto?

Olhei para o lado, Nat continuava inerte na cama. Dei uns dois tapas em seu rosto para ver se continuava viva, ela respondia com um Humm, parecia um sim para mim. Saímos para o banheiro, eu na frente e ele encostado a mim, senti seu pau endurecer novamente, mas no banheiro ele foi mais delicado.

Liguei o chuveiro e me molhei toda, ele pegou o sabonete e começou a me esfregar, em todas as partes, em cada milímetro do meu corpo.

- Quero descobrir o seu ponto mais vulnerável. – sussurrou em meu ouvido.
- Tente. – Foi o que respondi.

Ele continuou naquela dança, com as mãos deslizando por toda parte. E descobriu por acidente, quando mordiscou minha orelha. Gemi. Ele continuou deslizando os dedos dentro de minha buceta e a mordiscar minha outra orelha.

- Agora que sei está perdida comigo.
- O que pensa que vai fazer?
- Tudo.

E ali, encostada na parede do banheiro, de costas, com a água caindo, ensaboada, ele fode meu cú. Por uns cinco minutos ou meia hora, não sei, ele me fodia e falava obscenidades no meu ouvido intercalando com as mordidas. Quando ele gozou, gemeu alto e me soltou. Eu continuava encostada na parede, tremendo com prazer.

Saímos do banheiro e voltamos para a cama, Nat continuava do mesmo modo que a deixamos, como de outras vezes ela apaga depois de uns goles, eu precisava dormir, ele precisava dormir, então deitamos na cama e dormimos nós três abraçados.


Nota 1: No outro dia quando levantamos, Nat perguntava o que havia acontecido e não se lembrava de nada..... Como sempre. Prometi a ela não deixa-la beber muito da próxima vez, e houve outras vezes, durante esses quatro dias que se passaram.

Deixem seus comentários para que eu possa melhorar cada vez mais os textos.
Obrigada, Camile Lamarc.

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