Eu e minha amiga Natália iríamos sair, estávamos afim de se divertir, era sexta a noite, todos merecem depois de uma longa semana de trabalho. Bem, ligamos para o namorado dela, Carlos, que nos “enrolou” por uma hora, ligava dizendo que chegaria em dez minutos e nunca chegava. Já era quase onze e meia e nada, irritei-me e decidimos sair sem ele; pegamos um táxi e fomos para um barzinho (Banana Beer), pedimos chopp e começamos a conversar com alguns rapazes que estavam do nosso lado, a conversa fluía bem até Carlos chegar e tomar sua posição de namorado.
Natália ficou de um lado e eu do outro, por coincidência alguns amigos nossos apareceram e sentaram conosco, começamos a conversar coisas bobas, Nat estava beijando Carlos e eu acariciava sua perna por debaixo da mesa. Os nossos amigos não percebiam nada do que eu estava fazendo e uma hora ou outra eu dizia coisas obscenas em seu ouvido e ele ria. Ficamos os três nesta posição engraçada, ríamos muito.
Chopp’s e mais chopp’s, amendoim, carícias, beijos e sussurros.
Percebi os olhares de outras pessoas em nós três, parecíamos ser a sensação do local. Lá pelas quatro da manhã resolvemos ir para casa, qual casa? Na hora ninguém sabia direito e decidimos ir para a casa dele, Nat estava muito bêbada e eu estava mais ou menos bêbada, mas ficava mais excitante a cada segundo. Ao chegarmos na casa de Carlos, Nat foi logo tirando a roupa e beijando-o, arrancava a roupa do corpo dele e eu assistia pacientemente sabendo que a próxima seria eu, quase despidos eles me convidam a entrar no quarto.
Eu estava com um vestido preto com detalhes de flores na saia, um salto, e muita vontade de fazer sexo. Eles estavam com suas roupas de baixo, chamavam-me caliente e quando percebi estava também de calcinha e sutiã; beijamos os três ao mesmo tempo, eu não sabia bem quem beijava quem, ora era Carlos com Nat, ora Carlos comigo, ora Nat comigo. E quando entramos no quarto os três já se encontravam nus.
- Quem quer chupar minha pica primeiro? – dizia Carlos.
- Eu, pois sou a dona. – Respondeu Nat.
- Seja anfitriã Nat, dê sua vez a convidada. – Dizia eu.
E por um impasse decidimos que as duas começariam.
Nat e eu começamos deslizando nossas línguas sobre o pau dele, que foi erigindo de maneira lenta, e cada vez que subíamos nossas línguas mais ele enrigecia. Num segundo Nat enfiou-o na boca, friccionando entre a língua e o céu da boca, ele começava a gemer, depois ela passou para mim para que eu fizesse o mesmo e eu o fiz. Quando estava extremamente rígido ela senta em cima, movimentando-se como uma amazona, e ele segurava em seu quadril dando-lhe tapas de incentivo para que cavalgasse mais rápido. Eu o beijava na boca, sua mão solta acariciava minha buceta, que ficava cada vez mais molhada.
Gozada, Nat desliza para o lado e acaba adormecendo, Carlos olha para mim e diz: - E agora? O que faremos com ela? Na minha mente vinham mil idéias, dei-lhe um selinho e respondi: - Devemos terminar o que ela começou.
Era a minha vez e eu estava mais do que pronta para qualquer coisa que ele quisesse. Ele vira ficando em posição de meia nove, enquanto eu socava minha bucetinha no pau dele, ele ficava chupando a bucetinha de Nat. Ela lânguida não reagia a nada, fazia gemidos – Humm! Hummm! - Cavalgando rápido senti-o gozar dentro de mim. Daí ele olhou para mim meio que espantado e toma a posição de dominador. Me joga de costas no colchão, acaricia meus seios de modo grosseiro, desliza sua barba em meu rosto deixando-o vermelho, chupa meu pescoço deixando uma marca, segura minhas mão sobre minha cabeça e volta a me foder com extrema violência, queria pedir para ir devagar mas não, ao contrário, pedi para ir mais fundo com mais força. Chamava-o de viado, bichinha escrota, fuleiro e tantas outras coisas que quanto mais o ofendia, mais ele metia com força. Quando senti o orgasmo aproximar ele morde o bico de um dos meus seios, daí o êxtase foi maior, a dor se misturava com o prazer; ele também sentiu o orgasmo pois caiu em cima de mim após este preâmbulo.
Suada eu sorria com ele ainda em cima de mim.
- Nat deveria ter-me apresentado você há mais tempo.
- Está preparado para o segundo round?
- Deixe-me recuperar um pouco o fôlego.
- Eu já recuperei o meu e quero mais.
- Você é muito folgosa heim!
- Sou sim.
- Vou tomar um banho, quer ir junto?
Olhei para o lado, Nat continuava inerte na cama. Dei uns dois tapas em seu rosto para ver se continuava viva, ela respondia com um Humm, parecia um sim para mim. Saímos para o banheiro, eu na frente e ele encostado a mim, senti seu pau endurecer novamente, mas no banheiro ele foi mais delicado.
Liguei o chuveiro e me molhei toda, ele pegou o sabonete e começou a me esfregar, em todas as partes, em cada milímetro do meu corpo.
- Quero descobrir o seu ponto mais vulnerável. – sussurrou em meu ouvido.
- Tente. – Foi o que respondi.
Ele continuou naquela dança, com as mãos deslizando por toda parte. E descobriu por acidente, quando mordiscou minha orelha. Gemi. Ele continuou deslizando os dedos dentro de minha buceta e a mordiscar minha outra orelha.
- Agora que sei está perdida comigo.
- O que pensa que vai fazer?
- Tudo.
E ali, encostada na parede do banheiro, de costas, com a água caindo, ensaboada, ele fode meu cú. Por uns cinco minutos ou meia hora, não sei, ele me fodia e falava obscenidades no meu ouvido intercalando com as mordidas. Quando ele gozou, gemeu alto e me soltou. Eu continuava encostada na parede, tremendo com prazer.
Saímos do banheiro e voltamos para a cama, Nat continuava do mesmo modo que a deixamos, como de outras vezes ela apaga depois de uns goles, eu precisava dormir, ele precisava dormir, então deitamos na cama e dormimos nós três abraçados.
Nota 1: No outro dia quando levantamos, Nat perguntava o que havia acontecido e não se lembrava de nada..... Como sempre. Prometi a ela não deixa-la beber muito da próxima vez, e houve outras vezes, durante esses quatro dias que se passaram.
Deixem seus comentários para que eu possa melhorar cada vez mais os textos.
Obrigada, Camile Lamarc.
Oi sumida, por onde anda?
ResponderExcluirDê noticias.
Bjs doces!