Cada pessoa tem um desejo especial pensando em realizar com alguém que também se considera especial. Ao ler os contos criei coragem em escrever o meu, bem simples e de fácil realização.
Sou fetichista numa única coisa: Adoro ver pessoas fazendo sexo. Isto me excita por demais e num dia qualquer da semana, estava eu em casa quando uma amiga veio me contar sobre seu novo relacionamento, como sempre; os detalhes que ela me descrevia fazia reviver em minha mente toda a situação que ela passava e por um segundo me vi tentada a fazer sexo com o namorado dela. O que ela nunca aceitaria. Depois de muitos “mas” aparece em meu apartamento um dos meus inúmeros amigos do prédio, que vendo Natália ficou desejoso em possuí-la e sabendo do meu fetiche foi logo galanteando-a. Percebendo a situação abri uma garrafa de vinho, no qual começamos a entorná-la; Natália não bebe, mas naquela noite fizemos o impossível, ela bebeu e bebia mais do que nós dois juntos, sempre achando o vinho doce. Após algumas taças, Natália começa a baixar a guarda, rindo e se aproximando de meu amigo Tom.
Enquanto preenchia meu copo com uma nova dose do vinho, eles já se beijavam no sofá. Tom não perde tempo e foi logo tirando a blusa dela. Sentei-me na minha poltrona e fiquei a apreciar a cena, Natália não se dava conta que eu estava ali ao lado e deixou se envolver cada vez mais. Tom a beijava enquanto suas mãos acariciavam os seios dela, apertando os bicos dos seios fazendo-a gemer e seguiu descendo o beijo entre pescoço, colo e seios. Ela jogava a cabeça para trás, e ele abria a calça dela, botão, zíper, puxando para baixo, tirando-a devagar. Natália tirava a camisa de Tom, pedindo que ele a beijasse de novo, mas Tom estava mais interessado em beijar a buceta de Natália; ao puxar a calça trouxe a calcinha junto, deixando-a totalmente despida em meu sofá. Tirou a roupa dele rapidamente e voltou a deitar em cima de Natália, beijando, mordiscando os lábios, deixando-os vermelhos. Os dedos de Tom introduziam na xaninha de Natália, primeiro dois, depois três, causando pressão e movimentando rápido; Natália estava lânguida com o prazer que começava a emergir de seu ser, exigia dele uma introdução mais profunda, levantando os quadris para que a mão dele chegasse mais ao fundo. Tom ainda não estava excitado o bastante, pegou nos cabelos dela e levou a cabeça em direção ao seu pau. Ela pegou delicadamente, lambeu toda a sua extensão, friccionou um pouco e ao perceber enrigecer enfiou na boca. Começou com movimentos lentos, deslizando dentes e língua no cacete, fazendo ficar duro. Tom começava a sentir uma ereção quando ela aumenta a velocidade da fricção e cospe na cabeçorra vermelha.
Levantei e deixei a luz à penumbra. Eu continuava lá, sem ela perceber a platéia, sentei e continuei tomando minha taça de vinho branco. Cruzo as pernas, pois começava a sentir-me molhada olhando aqueles dois, discretamente introduzo a minha mão dentro do short e me acaricio, massageando o clitóris. Com o pau duro, Natália senta em cima e começa a se mexer, subindo e descendo rápido; Tom segura em sua cintura e todas as vezes que ela descia forçava-a descer com mais força, fazendo a cabeça de seu pau bater no útero dela, percebi que a machucava porque ela fazia uma careta de dor a cada investida. Tom sussurrou algo que não ouvi direito, mas percebi a intenção quando ela fica de quatro no sofá e ele enfia o seu cacete no cu dela. Parecia numa primeira impressão que ela não estava gostando muito, ele puxava a cabeça dela pra trás e ia cada vez mais com força fazendo-a gemer. Xingava de cachorra, de porra louca, de puta, de safada, gozando dentro do seu cuzinho. Quando tirou, fez ela virar-se, apertou os seios e deslizou o pau entre eles mandando-a abrir a boca para que o gozo caísse dentro da boca e o jorro veio em seguida, sujando-a toda no rosto.
Suspendeu o quadril dela e fudeu a buceta dela que estava molhada, mas não ficou somente naquele destino, ora enfiava na xoxota, ora no cu, e neste vai-e-vem fé-la gozar. Ela ria e tremia, enquanto ele fazia aquele ritual e eu já havia soltado a taça na mesinha de canto, aberto minha camisa e acariciava meus seios e buceta, faltava a consumação do ato; levantei e fui para trás de Tom, beijando o seu pescoço e deslizando a mão por seu corpo. Ele deixou Natália deitada e virou-se para mim, sabia de como eu gostava e foi logo fazendo. Me jogou no chão de costas, levantou minha bunda, cuspiu no cú e enfiou com toda força, meu rosto colado ao chão sentia a aspereza do tapete enquanto ele me possuía violentamente. Quando ele tocou minha buceta percebeu como estava molhada, me chamou de cachorra e mandou olhar para ele. Não atendi ao pedido. Ele me levanta e leva até a mesa da cozinha, ficamos frente a frente, cruzei as pernas e disse que não daria mais (um charminho a mais), daí ele levanta minhas pernas e aperta meu clítoris até que eu abrisse as pernas por completo. A dor que senti se misturou com prazer, não sabia bem que sentia até ele me possuir com toda a sua intensidade.
Natália dormia, ele gozou e eu ri.
Sentamos os dois no chão, fumamos um cigarro e continuamos a tomar mais outra garrafa de vinho.
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