quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Novas aventuras de Camile

Meus amigos me convidaram para passar alguns dias numa fazenda no interior; eu estava preparando as malas quando meu amigo, Tomas, ligou dizendo que eu iria sozinha naquele dia e que depois ele seguiria para o local. Não me perturbei, sabendo que ele nunca quebraria uma promessa feita; arrumei as malas e saí em meu carro ao local indicado.
Ao chegar lá me espantei com a beleza. Uma casinha simples com varanda e muitas árvores ao redor. O caseiro, “Seu João”, já sabia que eu iria chegar e se pos a me ajudar a tirar as malas do carro e colocando dentro da casa. Com cinco minutos depois chegaram os outros convidados: Mauricio, Leandro, Camila (Cami), Diana e Taís. Cumprimentei a todos e logo Dona Socorro – a esposa de Seu João – veio nos oferecer um cafezinho; ela seria nossa cozinheira.
Na sala conversávamos sobre o dia-a-dia, conversas tolas e com propósitos tolos. Ao anoitecer estávamos animados e resolvemos tomar um vinho, cada um com sua taça enchendo-a rapidamente, quando percebemos cada um que falasse mais alto ou gargalhasse mais, contando suas peripécias de casos parecidos, onde cada um se tornava um herói de sua própria história.

Olhares cabiciosos de alguns presentes. 

Leandro vai sentar-se perto de Diana, começando a acariciar seu cabelo, seus ombros e sussurrando algo em seu ouvido; os outros fingiam não perceber o que ocorria e poucos minutos depois Leandro sai para as árvores ali próximas, Diana vai atrás. Apostas rolaram soltas, cada um dando um lance maior que outro. Cami não saía de perto de Taís, Mauricio acompanhavam-nas de modo insistente, seguiam na mesma direção de Leandro e Diana. Eu estava ali sentada naquele banquinho, no meio do pomar, sonhando que ouvia uma música. Mas realmente eu ouvia a música, um tom meio melódico de uma viola dedilhada por um dos peões da fazenda, eu segui em direção ao som querendo descobrir o tocador. Fui caminhando devagar até chegar numa cerca e ali sentado numa pedra no meio do mato estava ele.
Não sabia seu nome, mas deliciei-me ouvindo aquela melodia.
Uma vaca muge próximo, eu me assusto e dou um gritinho. O violeiro pára e volta-se em minha direção perguntando:

- Quem está aí?
- Sou eu. Desculpe-me, me assustei com o mugido da vaca.
- Ela é mansa.
- Pode ser, mas eu tenho medo mesmo assim.

Com dois passos ele chega próximo, eu ainda segurando a minha taça de vinho.

- Como vocês conseguem beber isto?
- Isto o quê?
- Este vinho. Deve ser horrível pelo cheiro.
- Não o acho.
- Pois prove um melhor.

Encostou a viola no mourão da cerca, pegou minha mão e me guiou até um paiol. Estava escuro lá dentro, mas consegui seguí-lo; ele adentrou e voltou a entrada com uma garrafa velha, tomou minha taça das mãos e jogou o meu vinho fora colocando do dele, me entregou e mandou eu provar.
Pensei que não iria gostar, mas o vinho era doce e muito saboroso.

- Este fui eu quem fez. – Me segredou.

Agora percebia que ele estava sem camisa, com aquela calça colada ao corpo, seu corpo bem definido do trabalho duro do campo; ele ria de mim, ria de meu estado de torpor ao olhá-lo daquela maneira tão inusitada, talvez para ele aquilo não fosse segredo ou surpresa. Ele voltou a encher minha taça e pegou um copo que estava próximo. Chamou-me para sentar novamente perto da cerca e fomos conversar. Seu nome era Guilherme, trabalhava ali na fazenda há alguns anos por intermédio de Seu João, adorava falar sobre aquela fazenda e de como cuidava das coisas ali, morava no paiol por ser mais reservado; continuávamos a conversar até eu ouvir umas risadas, gargalhadas para ser mais específica, eram meus amigos que haviam flagrado Diana e Leandro. Resolvi ir embora. Agradeci pelo vinho e saí em direção a casa.

Quando cheguei na casa, Leandro e Diana estavam nervosos com a interrupção dos outros. Risadas e mais risadas, até todos decidirem ir dormir. Mas não dormimos, ficamos na sala, eu não queria mais beber, só pensava em Guilherme e sua viola, imaginava ele fazendo sexo comigo, talvez o vinho dele tivesse feito algum efeito nisso, mas não. Cami e Taís começaram a se beijar na sala, enquanto eu e os outros observavam, o vinho começava a fazer efeito, elevar a libido dos seis ali presentes. Enquanto as meninas se beijavam, Leandro acariciava por baixo da saia de Diana sua xaninha, Mauricio aproxima das duas, beijando os três e me convidando a participar da orgia que ali se iniciava. Agora Diana se sentava no colo de Leandro, beijando-o também, com as pernas bem abertas e sua mão abrindo o calção para alcançar o objeto tão desejado. Cami chupava um dos seios de Taís enquanto Mauricio desabotoava a calça de Cami.
As duas tiraram a roupa ao mesmo tempo, deixando Mauricio sentado apreciando a visão de duas mulheres fazendo strip-tease para ele. Diana já cavalgava no colo de Leandro e ele gemia puxando-lhe os cabelos. Eu assistia a tudo pensando no violeiro lá fora que ainda tocava. Saí da sala a procura de Guilherme, a música tinha parado, mas continuei, sabia onde encontrá-lo; fui até o paiol em silêncio e quando abri a portinhola ouvi gemidos de uma mulher. Ao aproximar de uma baia, escondida com a escuridão do lugar, vi um casal que transava em cima do feno com uma pequena lamparina ao lado.
A mulher era ruiva, os cabelos longos até a cintura, sentada em cima de um homem, com as pernas estendidas no feno e segurando-a pela bunda, fazendo-a subir e descer num vai-e-vém; ele também gemia, com os olhos fechados, abrindo a boca para suspirar, apreciando a movimentação da ruiva. Quando virou a cabeça e abriu os olhos percebeu que eu estava ali próximo, assistindo a tudo calada; Ele sorri, um sorriso malicioso e vira a sua parceira, deitando-a no feno e fodendo-a com velocidade e destreza.
A movimentação de sua cintura, os braços apoiados no chão delineando seus bíceps, os gemidos da mulher, as pernas dela a suspenderem ao redor da cintura dele, o beijo escrachado na boca, o chupão no pescoço, a força da introdução e o orgasmo dela a emergir. Aquilo eu assistia e me deliciava de maneira a imaginar que fosse eu. Será que aceitariam mais uma ali? Minhas mãos a deslizar meu ventre buscando meu sexo para uma “siriricazinha” rápida, a morder o lábio, soltar a taça no chão e sentar encostada na baia e me masturbar. Introduzindo dedos, imitando a movimentação de um pênis dentro de minha buceta, acariciar o seio por cima da camisa, a cruzar as pernas para causar mais pressão na mão que imitava o sexo masculino; eu estava tão envolvida na minha masturbação que não percebi quando eles terminaram, Guilherme ficou ali olhando-me masturbar, ele e a ruiva, quando levantei o rosto e percebi a presença deles parei na hora. Ele falou:

- Pode continuar, não nos importamos.

Mas como eu poderia continuar? A ruiva continuava ao lado dele, ambos nus, olhavam para mim e convidaram para participar da relação. Levantei-me pedindo desculpas e a ponto de sair a ruiva aproxima e pergunta se eu tinha alguma objeção em participar de um sexo a três (Ménage), respondi imediatamente que não, levantei-me e entrei na baia.

Os dois começaram a tirar a minha roupa.

Peça por peça.

A ruiva acariciava meus seios enquanto Guilherme acariciava minha nuca com beijos. Quando dei por mim, estava nua de joelhos no feno beijando-me com a ruiva enquanto Guilherme punhetava; com o olhar entramos no consenso de quem iria primeiro beijar aquele pênis rígido. Ruiva seguiu na frente, lambendo e chupando aquele pau ereto, depois foi a minha vez. Era imprescindível o que iria acontecer daqui a poucos minutos, deitamo-mo-nos as duas, bem postas para que ele escolhesse quem iria foder primeiro. Guilherme escolheu a ruiva, o que me deixou com ciúmes, mas enquanto ele socava dentro dela, os dedos dela deslizavam no meu sexo e os dele em meu cuzinho, o que me causou um frenesi. Antes dele gozar, levantou-se e pediu que eu fizesse o mesmo, me debruçou para frente e me penetrou no orifício minúsculo do meu anus; Ruiva ficou de joelhos e se pos a lamber a minha xaninha, que mistura o meu gozo com o dele que escorria de dentro de meu cuzinho.

Gemia. Gozava. Ria. Sorria daquela situação. Quando ele gozou por inteiro dentro de mim, perguntei se não havia outro peão na fazenda para formarmos os pares, ele não gostou muito da proposta e respondeu que ele daria conta da situação.

Tudo bem! Queria ir embora, vesti minhas roupas e fui, deixando os dois ali continuarem com seu exercício. Quando cheguei em casa Mauricio punhetava-se olhando para Cami e Taís, que não quiseram nada com ele. Excitado ao extremo ao olhar as duas, resolvi ajudá-lo. Aproximei e segurei em seu mastro, que era maior e bem mais roliço que o de Guilherme, e comecei a punhetá-lo. Maurício virava os olhos numa surpreendente masturbação que eu fazia; estávamos lado a lado e quando resolvi ficar na sua frente ele goza sobre mim, sobre minha roupa.

- Agora tenho que tomar um banho! – indaguei.

Adentrei na casa, estava escura. Segui tateando até encontrar um interruptor e vejo meu amigo Tomas sentado num sofá, bem tranqüilo, fumando seu baseado, no que me ofereceu um trago. Não aceitei. Fui direto para o banheiro.

No banheiro, tirei toda a roupa e liguei o chuveiro, a água estava muito gelada, com certeza abafaria minha ânsia por sexo, mas para minha surpresa Tomas estava na porta me observando. Talvez quem sabe com ele agora.... Talvez! mas não. Saí do banheiro e fui para cama, precisava dormir, amanhã seria um longo dia para todos, isto com certeza seria...

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