segunda-feira, 17 de setembro de 2012

Sensorial


Sensorial


Esta é uma visão alternativa do desejo.
O que pensar quando vemos um deficiente visual na rua?
A minha primeira sensação foi de pena.
Os achava diferente dos ditos “pessoas normais”, e não tinha a mínima noção de respeito por eles; tal e qual, mesmo com a minha ignorância, compartilhei da amizade de um deficiente visual (cego) que me mostrou um lado bem sensorial.
B.
O primeiro passo: a aceitação.
Não era de hoje que B. me convidava a ir ao cinema. Nunca entendia o por que dele fazer isso, sendo cego, achava que não apreciava a sétima arte. Mas por fim, e com muita insistência e não ter mais nenhuma desculpa para dar, fomos.
Filme de ação, cheio de tiros e vamos, vamos, vamos.
Seguiu-se assim o filme, e eu com a desconcertante mania de achar que B. não entendia o que se passava. Ótimo! Muito educado como era, não me repreendeu uma única vez e deu a impressão de sentir interesse pela minha simples narrativa do que se passava na tela.
Jantar simples, com uma conversa guiada aos fatos de amigos, novela, política e lá pelas tantas, sexo. Achei estranho ele começar a comentar sobre isso, imaginava que não tivesse vida sexual ativa, ou mesmo que tivesse com algumas que quisessem fazer uma caridade.
B. não era feio. Poderia dizer que é um homem charmoso. E considerando que meu gosto por homens é terrível foi até uma surpresa quando aceitei ir a sua casa para ouvir uns CD´s.
Típico convite para um sexo casual.
Se eu considerasse em fazer sexo com B. O que achava improvável.

Quando chegamos em sua casa fiquei com um pouco temerosa, achando que ele morasse com mais alguém, principalmente se fosse com a mãe dele. Mas fiquei surpresa quando descobri que morava sozinho. E realmente fomos ouvir CD´s.
B. me explicou como era as funcionalidades de sua vida. As dificuldades tambem e sem perceber estávamos entrando num clima de compreensão e afinidades. Continuávamos a ouvir Cd´s, com risadas provocadas ora por mim ora por ele e que por final, estávamos beijando-nos no sofá.
Posso ser sincera em que foi o beijo mais provocante que tive. Não por apresentar qualquer característica a parte, mas sim por ser simples e muito explorador. Senti a língua de B. percorrer cada milímetro de minha boca, como se desenhasse para lembrar; o roce dela em cada dente, o sugar dos lábios, o suspiro suave a cada movimento, o movimento de sua mão deslizando de minha orelha, sobrancelhas, olhos, nariz e o contorno dos lábios.
Você sabe o que é beijar um cara de óculos escuros, sabendo que ele é cego? É estranho, mas ao mesmo tempo excitante.
B. não era ¨alvoroçado¨; era de uma paciência infinita, ao qual deixava saborear também.
As brincadeiras: Fizemos um teste de sensibilidade.
B. levanta-se enquanto fico com os lábios em forma de biquinho, ansiosa por mais. Ele seguia para um dos cômodos, pedindo que o esperasse... Achei que ele queria organizar o quarto para irmos logo para o final. Mas não, voltou com um lenço nas mãos e pedindo desculpas por ter se ausentado da carícia do beijo. Eu não tinha do que reclamar, estava aproveitando ao máximo todas as situações até agora vividas.
Voltou a sentar-se ao meu lado e fez-me um pedido.
- Se você permitir,eu  gostaria que ficasse de lingerie e que me deixasse vendar seus olhos.
- Olha o que vai fazer B.!! – disse em tom de brincadeira.
- Nada demais. Somente quero que aproveite o que pretendo fazer. Se não gostar, peça para parar e assim o farei.
- Mas tem que ser de lingerie?!
- Sim, para ficar mais emocionante. Não vou tirar a minha roupa, eu garanto.

Movida pela curiosidade, fiz o que ele me pediu. Tirei a roupa e deixei que ele me pusesse a venda nos olhos. Ele segura em minha mão e pede para seguí-lo.
Quando se confia demais nos sentidos fica difícil tomar coragem de outro te guiar; minha vontade era levantar o lenço e fingir que o seguia as cegas. Mas não seria justo com a brincadeira. E entre passos curtos e batidas em alguns móveis, chegamos ao destino.
Quando sentei, senti um veludo sob minha pele. Não sabia que cor era, mas não importava. Era tão bom, que deslizei cada vez mais para o centro e espreguicei-me para senti-lo por todo o meu corpo. Escutei o som de um zíper abrindo e achava que B. estava tirando a roupa; fui logo recriminando-o dizendo que não cumpria com a palavra, mas ele fica ao meu lado e leva a minha mão ao seu corpo para comprovar como ainda estava vestido.

- Relaxe. Desfrute.
Relaxar. Desfrutar. Quase que impossível, tentando adivinhar o que se passaria a seguir. Bem, tinha certa ideia, mas não a certeza.

B. voltou a me beijar. Ainda daquele modo delicado. Com a carícia dos dedos seguindo o ritmo dos beijos. Um suspiro sobre os lábios molhados, esperando mais um beijo e nenhum som, ou somente os sons de nossas respirações. Ele seguiu o beijo para mais baixo, sobre o pescoço que se abria e erguia dando passagem livre. O coração começava a pulsar mais rápido, a pele acostumando-se aquela carícia, arrepiando a cada novo suspiro, a cada novo sopro.
A lingerie ainda continuava em seu local.
B. desliza a ponta dos dedos sobre a borda, fazendo o contorno sem realmente tirar.
Inicialmente era deliciosa a sensação do tato em descoberta da pele, mas começou a se tornar uma tortura, quando a esta mesma pele ficou super sensível a este tato. Quando mesmo sem tocar já sentia a presença dos dedos ou lábios em qualquer local.
Não sei o que me fez levantar o corpo em direção a esta carícia, mas aos meus ouvidos somente escutava pequenos gemidos de insatisfação, sempre querendo que continuasse e que terminasse logo com aquela tortura.
Os bicos dos seios estavam rígidos de tanta excitação, mas somente um simples beijo por cima do sutiã e eu já estava a ponto de mandá-lo ir ao inferno se continuasse com aquilo. Queria tirar a roupa dele, fazê-lo sentir também aquela tortura, mas não deixava, segurando uma de minhas mãos. Parecia que tinha mãos demais. Os beijos continuavam pelo resto do corpo; pensei escutar que ele cheirava, e estava sim, cheirando meu sexo, apreciando o odor e por fim passar a língua por cima, ou melhor dizendo, colocando a ponta da língua onde realmente eu estava ansiando, mas ainda por cima da calcinha.
Eu queria tirar o restante de minha roupa; ficar nua para que ele terminasse; para que ele enfiasse qualquer coisa (dedos, pênis, consolo) em meu sexo para acalmar minha agonia.
Como se lendo meus pensamentos. Seus dedos fazem o declive para dentro de meu sexo, a calcinha se fazia de barreira, e ele queria que existisse essa barreira, pois fazia o roçar mais grave em meu clitóris, mas não precisava tanto, eu estava mais do que excitada, poderia dizer que bem molhada, erguendo o quadril diante daquela mão e pedindo a B. que me fodesse.
Ele ria.
- B. por favor.
- Sinta como estou. – pegando a minha mão e levando em direção ao seu pênis que estava rígido e pronto, mas que ainda estava enclausurado nas roupas dele. Eu sabia que tinha que despi-lo, mas não sabia como, quis levantar a minha venda, mas como se soubesse que ia fazer aquilo, segurou a minha mão, pedindo para não quebrar o encanto.
Por ventura acatei a ordem. E fui recompensada por uma pena.
Ele tirou minha lingerie e deslizou a pena sobre mim, circulando os altos bicos dos seios, definindo a linha de minha cintura, acariciando minhas coxas.
Não suportei tanta ternura numa carícia. Levantei de sopetão e o joguei de costas, beijei-o com voracidade, tirando o seu suéter aos puxões, lhe mordendo o lábio inferior. Deslizei minhas mãos sobre seu peito, frágil e com pouca pelugem; os dedões a circular o centro do bico, a mordiscar o outro e ouvi-lo dizer que vá devagar. Abrir a calça com uma rapidez instantânea e verificar com precisão manual o tamanho do pênis ao qual brincaria por fim.
Ele ainda ria de mim, quando minha pequena mão adentrava a cueca procurando o pênis. Duro. Decididamente excitado para que me torturasse tanto. Mesmo antes de colocá-lo livre já sentia o cheiro forte de semêm, no qual já dava para sentir o gosto.
Interessante ver como os sentidos trabalham em conjunto quando não concentra em apenas um ou dois.
Os meus dedos pareciam ter olhos, para perceber o tamanho real daquele que seria meu brinquedinho. Ouvia com mais clareza a sua respiração e seus ofegos, segurando-se em não gozar tão rapidamente. Senti a necessidade de provar tal sabor que meu nariz teimava em contestar, mas ao passar a língua sobre a glande, ficou provada a minha contestação e realmente, o sabor era mais espetacular. Parecia que meu paladar tinha agudaço cem vezes mais.
- Delicioso!
As palavras saíram descaradas.
B. me jogou para trás e me penetrou, rápido, forte, enquanto segurava meus pulsos e não me deixava fugir. Não tínhamos mais os beijos delicados, nem os sopros lascivos, era somente ele entrando e saindo, impondo força, roçando e fazendo-me subir com ele. O quadril alto, esperando somente pela satisfação. A dele veio. Senti a explosão dentro de meu sexo, mas a minha teve uma ajudinha de sua sensibilidade.
Mesmo suado e ofegando, sentiu que eu não havia o acompanhado. Continuou dentro de mim e torturou aquele ponto vulnerável feminino. Agora não se tratava de um simples roçar, era um aperto com um deslize de unha, com dentes a mordiscar os mamilos e que deu voltas em meus sentidos, misturando-os todos.
  Quando ele chupou meu seio, o êxtase veio.
B. diz que sentiu tanto na língua, como no pênis.
Não o duvido, pois até para mim foi difícil de acreditar que tenha voado tão alto a ponto de tremer.
Não quis retirar o lenço de meus olhos. Esperei ele retirar para agradecer.

Obrigada B.



   



Quase dois anos....

Quase dois anos sem postar....


  Perdoe-me aos quais abandonei, foi por única e exclusiva culpa desta ao qual escreve agora.
  Mas nunca é tarde para recomeçar....



quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Clube dos pervertidos

Parte I – A iniciação

Era a primeira vez que minha madrinha me levava para aquele lugar. Muito imponente, ficava a quarenta minutos da cidade e era a minha iniciação naquele clube tão seleto. Com vinte e três anos, não muito bonita, mas isto não era requisito básico para entrar. Aquela sociedade era secreta, tão secreta que não sabia o seu nome, por enquanto.
Ao chegarmos ao primeiro portão não vi a casa e pensei que fosse alguma brincadeira, mas não era. A minha madrinha, não era madrinha de batismo, mas sim uma mulher que indicaram para me ensinar as regras do lugar.
Ao chegar, um criado veio abrir a porta do carro, ele estava mascarado e usava um smoking, guiou-nos para uma saleta onde tinha uma pequena poltrona, uma mesinha e um vaso com flores no canto da parede. A mulher seguiu o mordomo, me mandou esperar por alguém; não havia reparado no teto, havia uma pintura em estilo renascentista onde anjos e demônios brincavam de esconde-esconde entre as nuvens; As paredes eram forradas com papel vermelho, com detalhes no rodapé.
Pensei em ter ouvido alguém me chamar e levantei procurando por alguém, mas não havia ninguém. A segunda chamada eu ouvi, era uma voz de mulher, parecia idosa, começou a perguntar coisas e eu respondia sem titubear.
- Qual seu nome completo? – Camile Lamarc.
- Quantos anos você tem? – 22 anos, completados neste mês.
- Quem é a sua madrinha? – A Sra. Lucilia Mardsen.
- Você aceita as regras deste clube? – Sim, estou ciente do que se trata.
- Com quantos anos tirou sua virgindade? – Aos catorze anos.
- Você tem algum pudor ou algo a constrange? – Não.
- Qual a sua opção sexual? – Hetero, mas já tive relações com mulheres.
- O que você acha do incesto? – Aceitável.

As perguntas se seguiam de forma a tirar todas as dúvidas quanto a entrada daquela mulher na associação. Camile respondeu a todas sem o menor problema, mas ficou indecisa em uma:

- Você já se apaixonou por alguém?
Camile ficou indecisa em responder, então lembrou de Marco. O seu corpo gravara todos os toques dele, as sensações emergiam no seu corpo deixando-a excitada.

- Então, você já se apaixonou por alguém antes?

Camile respondeu: - Já, mas há muito tempo atrás. Ele não faz mais parte de minha vida.
 Ela pensou que aquela resposta faria perder a oportunidade de entrar no clube, mas a voz saía novamente de um lado das paredes:

- Tire a roupa.
Ela tirou sem pudor e sem pressa.

- Tem uma porta a sua esquerda, entre nela e vista o que tem lá.

Camile mal conseguia ver a maçaneta da porta, mas encontrou e viu lá dentro um pequeno vestuário, um hobby preto estilo oriental. Um outro mordomo entrou no aposento indicando por ela devia passar; ao seguir por um corredor ela chegou num grande salão. Haviam várias portas e cada uma levava para outro ambiente totalmente único. Camile foi recepcionada por muitas pessoas, a maioria de mascaras e roupões, outras nuas, mas de mascaras. Uma senhora sexagenária a recebeu no centro do salão, se apresentou como presidenta e disse seu nome: Lauren StandFord. Aquela era a mansão StandFord. Ao lado daquela senhora se encontravam um homem com seus trinta e poucos anos e uma mulher bem mais nova, mais nova que Camile, devia beirar aos seus dezoito anos.
Lauren pediu a Camile que escolhesse alguém do salão para ser seu guia turístico, havia tantas pessoas, tantos rostos, mas escolheu um que estava meio escondido entre uma das colunas do salão. Apontou para ele. O estranho estava vestido da cintura para baixo, sua máscara era preta e tomava uma taça de champanhe; Lauren o chama para mais perto, ele se aproxima devagar apreciando a mulher a sua frente. Camile o encarava, mostrava não sentir medo daquele estranho e ele ao se aproximar estendeu a mão para cumprimentá-la, dando um beijo e lambendo o seu pulso. Lauren o apresenta, seu nome é Damien; Camile se impressiona com a tonalidade dos olhos dele: dourados, seu corpo esbelto de formas bem delinadas, aparentava ter quarenta anos, talvez tivesse mais, depois descobriria.
As comemorações de iniciação haviam começado, Damien pega na mão de Camile e leva para uma das salas ao lado, vários criados circulavam pelo salão servindo bebidas, havia uma mesa posta com comidas de vários tipos. A primeira sala que Damien a levou foi dos pederastas, em seguida aos zoofilistas, sala dos sado-masoquistas, necrófilos e voyers, não precisava estar dentro das salas para participar das orgias, mas tinha que ter vontade em participar. Uma hora ou outra homens e mulheres puxavam-me para mais perto, fazendo carícias e sussurrando em meu ouvido, pedindo para ser o próximo.
Subimos os degraus e chegamos na parte superior da mansão, onde ficava o escritório, a suíte principal (que era de Lauren), biblioteca e dois quartos vagos. Descemos em direção aos jardins, lá estavam várias pessoas ao ar livre correndo, masturbando, trepando, alguns aproveitavam o dia de sol com o companheiro(a) acariciando; lá não se era permitido ter pudor de qualquer tipo.      
Parte II –  ... a verdadeira iniciação
Quando Camile e Damien voltaram para o salão, ele se afasta entrando na sala dos pederastas. Ela logo foi abordada por duas mulheres, todas duas com seus quarenta anos de idade; a primeira abraçou ela com força por trás, acariciando os seios e lambendo a nuca, a segunda estava agachada ao chão, colocou a perna de Camile em seu ombro e acariciou a buceta com a língua. Logo um homem chega perto e entrega seu pau para que Camile o acariciasse também. A língua da mulher penetrava com uma suavidade incrível, fazendo Camile erguer o corpo para mais próximo de sua boca. A primeira beijava-lhe, as mãos ainda nos seios até que o homem goza sobre o corpo de Camile, quando as mulheres viram foram lamber o gozo; Um jovem aproxima-se e introduz um dedo no cu de Camile, ela geme um pouco, as mulheres se afastam e chega Damien, o jovem sai. Damien pega na mão de Camile e a leva para uma saleta por trás de uma coluna, lhe dá uma taça de champanhe fazendo-a bebê-la de uma única vez. Havia na saleta uma cadeira, ele a faz sentar-se com as pernas suspensas nos braços da cadeira, começa beijando-a, desce seus beijos em direção aos seios que já estavam excitados devido a mulher que o acariciava antes. Seus dedos deslizavam sobre sua vagina, causando fricção entre a vulva e o clitóris, Camile começa a gozar com os dedos de Damien. Ele segue suas carícias até sua xoxota, lambendo-a, já excitado de ver todo aquele gozo seu pau fica duro, volta a beijá-la na boca e a possui.
Damien não se preocupava se a estava machucando, investia cada vez com mais força fazendo-a erguer o quadril cada vez mais alto. Camile gemia com aquilo, dizia coisas obscenas no ouvido dele, pedia que ele a fodesse mais rápido, mais forte. Ele o fez. Ao ápice do prazer, Damien morde-lhe o bico do seio, fazendo-a gritar. Camile segura nos cabelos dele, puxando para frente, levando em direção ao outro seio; Ela fodia cada vez mais rápido, por um momento Camile pensou que desmaiaria com aquilo, mas não, o que sentiu foi um gozo inacreditável, ele havia explodido em seu interior, mordiscava a orelha dela e dizia que mais tarde teria mais, pois tinha adorado fodê-la e esperavas cabelos dele, puxando para frente, levando em direçndo-a gritar. Camile segura nos cabelos dele, puxando para tros em diraç tentar outras coisas. Quando Camile olhou em volta várias pessoas os observavam, ela não entendia o porquê dos outros homens não quererem participar daquilo, percebeu que Damien era temido entre eles.
Ele saiu da saleta. Aproximaram-se vários homens que a rodearam na cadeira. Cada um com o pau ereto, um deles chegou em sua frente e pediu que ela ficasse em pé; quando ela desceu sentiu as pernas dormentes e quase cai no chão. Um deles a segurou e a ergueu, um deles enfiou o pau na xoxota dela e um outro por trás, o terceiro entregara o pau para que ela o acariciasse, e num vai-e-vem ela sentia os cacetes duelarem dentro de seu corpo. Outro aproveitara a ocasião de vê-la com as pernas suspensas e introduz dedos na vagina fazendo a movimentação do pau do primeiro que a introduziu. A pressão em sua buceta era tão grande que ela gozou rapidamente e seu gozo escorreu entre as coxas, outros homens que estavam ali lamberam as coxas e o homem que fodia seu cu saíra da sala. Após lamberem tudo todos saíram.
Ela volta ao salão e petisca algumas das guloseimas, enquanto saboreava aquelas iguarias a presidenta Lauren aproxima-se convidando-a a acompanha-la para outro lugar. Camile acompanhou-a até chegarem numa suíte no primeiro andar, era o quarto de Lauren, ela percebeu que na cama dormia duas meninas; A anfitriã pediu que ela se sentasse o que ela fez prontamente e perguntou se ela qual a opinião dela quanto ao que via ali; Camile sabia que aquele era o teste final para a sua inserção e respondeu:

- Considerando que não sou adepta a certos estilos, considero muito bom.
- Qual estilo você não se adepta?
- A zoofilia.
- E qual você se adequaria mais?
- Não saberia dizer.
- Você gosta de sado-masoquismo?
- Sim, já fui ambos.
- Tem alguma fantasia?
- Sempre há fantasias, só é preciso o momento certo para realizá-los.        
- Ótimo.

Lauren continuou perguntando, tirando todas as informações possíveis dela, a considerava uma peça rara, nenhuma das mulheres que iniciaram tinham tanta desprendimento com o sexo quanto ela, sempre existia uma ou outra consideração a levantar e Camile se adequava ao seu perfil, já que ela tinha a mesma opinião quanto ao zoofilismo. Uma das meninas acorda e senta-se no colo de Lauren que imediatamente a acaricia. Lauren explica a Camile que logo haverá uma eleição e que ela poderia se eleger ao cargo de presidente, que tinha considerado seus atributos e características aceitáveis e que daria uma boa presidenta por terem uma visão parecida em questão ao sexo, mas para que isto acontecesse ela tinha que se candidatar. Camile recusou de imediato, não queria ter o controle daquele clube, que era melhor uma pessoa mais experiente. Lauren pediu que ela pensasse no caso e lhe desse a resposta o mais rápido possível.
No corredor se encontrava Darien, que entrou no quarto sem pedir permissão dado um beijo na sexagenária. Naquele momento Lauren o apresentou como seu neto e explicou a Camile que somente mulheres podiam se candidatar a este cargo, antes que Camile perguntasse o por que de Damien não se candidatar.
Clube dos libertinos –
III - A revelação de Camile
Quando Camile saiu do quarto de Lauren ficou pensativa, saiu para o jardim pensando no que ela disse, não entendia muito bem o por quê daquele clube elegerem somente mulheres, mas ficou a pensar no assunto. Um garçom passa perto e ela pega uma taça de champanhe. Caminhava pelo o gramado e observou um grupo de homens e mulheres deitados na relva, estava anoitecendo, o sol se pondo por trás das árvores fazia o ambiente ficar triste, talvez por causa de sua dúvida enquanto aceitar ou não.
Um homem a agarra, ela solta a taça.
Ele a convidava para ir à sala de sado e ela assim o fez. Seguiu segurando a mão. Quando chegaram lá, duas mulheres estavam presas por correntes nos punhos, erguidas um pouco do chão, enquanto outras pessoas (homens e mulheres) as chicoteavam, deixando marcas profundas em suas costas e pernas. Com as chicoteadas elas gemiam e gozavam, a cada lapada sofrida mais o gozo escorria por suas pernas, homens gozavam e as mulheres se masturbavam; Camile não sabia o que aconteceria agora, estava muito concentrada no que iria responder.
O homem que a levou ficou de quatro e mandou ela espancá-lo com socos e ponta pés, ela assim o fez e o fez de maneira gentil.

- Sua vadia, é só isso que me pode oferecer.

Ela ficou furiosa e começou a chutá-lo com força, primeiro foi no rosto, fazendo-o cair no chão, depois suas costelas, suas coxas e quando ele tentou se erguer ela o chuta de novo no rosto, pegando com ironia no queixo e mandando ele ficar de quatro para que lhe chutasse as bolas do saco. Ele assim o fez. E ela chutou com toda a força que tinha; ele acaba desmaiando com a dor, ficando inerte no chão. Uma mulher que assistia a tudo aproximou e pediu que ela fizesse com ela também, sem demora Camile foi até uma estante ali próxima, pegou uma algema e colocou nos punhos daquela mulher, uma venda também foi posta em seus olhos, mandou ela abrir as pernas e quando ela assim o fez Camile sem dó nem piedade pega o maior consolo que tinha no armário e o enfiou com todo prazer na buceta da mulher, esta gritou com o susto e com a dor. Camile puxa os cabelose acaba desmaiando com a dor, ficando inerte no chas bolas do saco. Ele assim o fez. E ela chutou com toda a força que tinha; e dela para trás e pergunta: - Está gostando? A mulher não tinha nem voz para responder, então é jogada ao chão e chicoteada, ficando com a bunda em carne viva. Os presentes da sala ficaram olhando a ação de Camile; ela estava como em transe, ousava nas investidas contra aquela mulher, os efeitos que ela causava na pobre infeliz eram tão intensos que chamou a atenção de várias pessoas do salão.
Cansada de chicoteá-la, Camile sai da sala em direção a outra, a do pederasta. Agarrou-se com um jovem, ele era branco de olhos púrpuras, beijou-o com lascívia, pegou em seu pênis e massageou-o de maneira sutil, fazendo ficar ereto. O rapaz começaria a gozar, mas ela por pura maldade deu-lhe uma tapa na cabeça do pau; ele começa a chorar, ela sai da sala. Passou pela sala nos necrófilos, o cheiro estava insuportável, não entendia como pessoas sentiam prazer em fazer sexo com pessoas mortas e entrou na sala dos voyers, Damien estava lá, espiando duas mulheres se acariciarem, ele estava sentado numa poltrona com uma dose de uísque na mão, Camile quando o viu foi diretamente para seu colo, sentando em cima de seu pau que estava duro.
Começou a remexer devagar, subindo e descendo, mordendo sua orelha, beijando seu rosto em várias partes, enquanto ela subia em seu pau ele tomava um gole da bebida. Ela queria fazê-lo gozar, mas parecia que ele não conseguia, sua força de vontade era imensa e intensa. Camile gemia cada vez mais alto, movimentava-se cada vez mais rápido, mas Damien não reagia; ela não entendia como ele não reagia as suas ações, desistiu e saiu da sala, de perto dele, foi diretamente para um corredor onde estava Lauren StandFord, diria a ela que tinha tomado a sua decisão. Quase perto dela Damien a puxa para uma coluna e a fode no cú, encostada ela sentia Damien possuí-la com toda intensidade, falando bobagens em seu ouvido e dizendo que nunca seria dela por inteiro, talvez somente para uma foda, e era isso que ela mais queria, pois ele era o homem que conseguia o máximo dela, ver seu lado mais cruel e selvagem. Quando terminaram os dois chegaram a Lauren e anunciaram que ela iria concorrer a candidatura para presidenta do clube.

Saber se ganhou ou não é outra história.......

Ayeska

Ayeska


Ayeska no clube dos libertinos

Falar de Ayeska é meio complicado, pois ela é uma mulher de fácil compreensão, isto se torna difícil, mas vou tentar.

Meu encontro com ela foi de imediato, talvez fosse a curiosidade por termos conversado uma única vez. Ela veio de calça jeans e uma camiseta branca, que demonstrava todo o seu poder de sedução, caminhava lentamente em minha direção quando entrou no restaurante, vários olhares voltaram-se para ela, principalmente dos homens. Levantei da cadeira e a abracei, num afetuoso gesto de carinho.

- Prazer em conhecê-la Ayeska.
- Prazer em conhecê-la Camile.

Fiquei fascinada ao vê-la. Convidei-a para sentar e pedimos uma bebida ao garçom próximo, este veio imediatamente, não tirando os olhos daquela guria e sendo muito gentil, anotando bem devagar nosso pedido, apreciando a forma dos seios dela sob a camisa. Quando ele nos deu as costas, voltamos a conversar, primeiro perguntei sobre os textos que ela estava escrevendo, ela sorriu e falou com uma sinceridade e alegria no qual me contagiou, não deixava de prestar atenção em sua boca, no modo dela falar. Era um soneto aos meus ouvidos, sua voz suave me embriagava e comecei a imaginá-la na hora do prazer, enquanto ela falava minha imaginação fluía para outros planos, despertei do transe de sua voz quando o garçom chega com as bebidas, servindo-nos. Com poucos segundos, ela pergunta mais sobre mim, comecei a falar algumas coisas do dia-a-dia, coisas de minha vida sentimental e sobre o meu futuro.
Meu celular toca. Pedi licença e atendi, era Damien, meu amigo e protetor, perguntava onde eu me encontrava e queria me falar algo sobre uma reunião do clube ao qual eu freqüentava. Falei que estava num restaurante com uma amiga e que infelizmente não poderia ir naquele momento, mas o que ele falava parecia sério e acabei indicando o local onde estava. Continuei a conversar com a Ayeska e disse-lhe que Damien estava chegando, perguntei se importava ele comparecer ali, ela disse que não. Tudo bem! Bem meia hora depois Damien aparece, vem direto em nossa direção, ao chegar na mesa o apresento a ela e ele muito cortês a elogia; Damien senta-se ao meu lado, pede permissão para falar de assuntos de interesse meu e dele a Ayeska, ela não se importa e nos dá autorização para tal. Eu ouvia atentamente o que ele dizia, parecia para ele que queria tomar toda a minha atenção, não percebi quando ele começou a deslizar sua perna sobre a dela (Ayeska) por baixo da mesa, ela continuava ou parecia estar concentrada no que eu dizia.
Damien queria sair dali, queria ir para um lugar mais reservado, não por pudor, isto não! Ele não era dado a tanto, mas para aproveitar daquela minha convidada, prová-la como ele costuma me falar. E insistiu tanto, dizendo que o assunto era sério demais para ser comentado num local público. Olhei para Ayeska sem ação, não podia dispensá-la, não estava nem um pouco afim de discutir problemas, eu queria aproveitar aquela tarde com ela. Perguntei:

- Você viria conosco Ayeska?
- Se não incomodá-los, posso sim.

Ótimo! Era o que eu queria. Como também Damien, mas eu não sabia.
Saímos do restaurante e entramos no carro dele e fomos para a Mansão StandFord; Assim como eu na primeira vez, Ayeska admirava o local, quando chegamos no local, o mesmo mordomo que abriu a porta para mim veio abrir para ela, entramos na mansão, mas não para uma iniciação e sim para outros propósitos, ali era um refúgio onde tudo se era permitido.
O salão estava vazio, não havia mesas nem cadeiras, subimos para o escritório, pedi ao mordomo que trouxesse bebidas para nós, Damien dizia que sua dose de uísque sempre estaria pronta no escritório, entramos no escritório e pedi desculpas a Ayeska por este inconveniente, trabalho num dia de folga. Ela riu. Damien já se servia do uísque e perguntava se ela queria alguma coisa, ela decidiu por uma taça de vinho e o mordomo chega com meu Absint; O mordomo sai e Damien começa a desconversar e me diz para mostrar a mansão para nossa convidada, eu fiquei incrédula, queria esganá-lo só pela brincadeirinha, mas percebi em seu olhar o seu primeiro objeto. Inventei a desculpa de olhar uns papéis e pedi que ele próprio mostrasse a mansão.

- Por aqui, por favor!

Os vi saindo de minha sala, ele pisca para mim e a partir deste ponto o relato fica por conta de Damien que me confidenciou depois.  

Damien desce as escadas para mostrar os jardins a ela, sempre próximo demais, de vez em quando segurando o ombro ou pegando a sua mãsegurando o ombro ou pegando a sua mos jardins a ela, sempre prbjeto. Inventei a desculpa de olhar uns papabsintamos na man algo e guiando para um local.
Ele começa a falar do clube, descrevendo todas as vantagens de ser um participante, mas ela não estava nem aí para isto, a única coisa que ela gostou realmente fora do local. Ao chegarem próximo ao lago, ele a convida para tomar um banho, Damien tira a roupa e mergulha, Ayeska fica olhando para o corpo dele, não era atlético mas bem delineado, talvez fizesse algum exercício físico além de sexo.

- Vamos! - chamou ele.

Ela tira a roupa e começa a andar em direção a borda do lago, Damien ficou perplexo ao ver p corpo daquela mulher, bem curvilíneo e perfeito, os seios do tamanho certo cabiam em suas mãos perfeitamente, só era preciso averiguar; as pernas longas, esbeltas e aquele olhar de quem deseja o mais puro sexo. Quando ela mergulhou ficou próximo a ele, seus corpos de aconchegaram e se beijaram. Damien estava excitado, ficou rígido só em olhá-la, pensou que morreria entre as pernas voluptuosas daquela mulher. Ayeska que não é boba, cruzou suas longas pernas na cintura de Damien, ele a segurava pela bunda, enfiando dedos na sua xana, mas ela não queria dedos, queria o pênis dele. Aconchegou mais ao corpo e sentou naquele membro, Damien suspirou. Apesar da água levitar o corpo dela, ele sabia perfeitamente que ela não era pesada e caminhou para a borda. Queria fodê-la na grama, queria apreciá-la mais, beijar o corpo todo e lamber cada centimetro de seu corpo.
Quando ele a deitou na grama, acariciou o rosto e confessou que nunca tinha ficado tão excitado quanto com ela, Ayeska riu e deixou ele continuar com as carícias. Damien a beijou novamente, suave, explorando sua boca, depois seguiu pela nuca entre uma lambida e um beijo, aos seios demorou-se mais um pouco, achava-os perfeitos: tamanhos perfeitos, bicos róseos. Desceu pela barriga, o ventre linear, lambeu seu umbigo e continuou até a sua buceta, aqueles poucos pelinhos que escondiam o segredo mais profundo, abriu-o com um beijo edeslizou a língua entre aqueles lábios róseos, ela estava molhada, não só do lago, mas também do prazer que começa a fluir. Ele não aguentando tanta excitação, seu corpo exigia a consumação do sexo puro e selvagem. Posicionou-se em cima dela e a penetroucom cautela, mas Ayeska não queria cautela, queria que ele a possuí-se rápido, queria sentílo dentro dela com toda a sua força e mobilidade.
Quando ele estocava dentro dela, ela gemia e mordiscava sua orelha, pedia para ir com mais força, mais rápido e asim ele o fez. O sol começava a se por entre as árvores do lago e ele continuava a fodê-la stisfazendo-se e ela aproveitando cada segundo, cada sensação, quando ele gozou ela estava lânguida na grama. Seu lábio tremia, queria mais. Damien sorri para ela.

- Você foi a primeira mulher que conseguiu me excitar tão rápido e exigir de meu corpo mais do que outras.

Levantaram-se, foram para o lago tomarem mais um banho, beijaram-se no lago e ele perguntou se ela não tinha interesse em participar do clube. Ela não respondeu. Vestiu-se e caminhou em direção à casa, ele a acompanhou durante todo o trajeto e quando entraram no salão eu estava sentada numa poltrona, tomando meu absint e perguntando se poderíamos ir embora.  

Novas aventuras de Camile

Meus amigos me convidaram para passar alguns dias numa fazenda no interior; eu estava preparando as malas quando meu amigo, Tomas, ligou dizendo que eu iria sozinha naquele dia e que depois ele seguiria para o local. Não me perturbei, sabendo que ele nunca quebraria uma promessa feita; arrumei as malas e saí em meu carro ao local indicado.
Ao chegar lá me espantei com a beleza. Uma casinha simples com varanda e muitas árvores ao redor. O caseiro, “Seu João”, já sabia que eu iria chegar e se pos a me ajudar a tirar as malas do carro e colocando dentro da casa. Com cinco minutos depois chegaram os outros convidados: Mauricio, Leandro, Camila (Cami), Diana e Taís. Cumprimentei a todos e logo Dona Socorro – a esposa de Seu João – veio nos oferecer um cafezinho; ela seria nossa cozinheira.
Na sala conversávamos sobre o dia-a-dia, conversas tolas e com propósitos tolos. Ao anoitecer estávamos animados e resolvemos tomar um vinho, cada um com sua taça enchendo-a rapidamente, quando percebemos cada um que falasse mais alto ou gargalhasse mais, contando suas peripécias de casos parecidos, onde cada um se tornava um herói de sua própria história.

Olhares cabiciosos de alguns presentes. 

Leandro vai sentar-se perto de Diana, começando a acariciar seu cabelo, seus ombros e sussurrando algo em seu ouvido; os outros fingiam não perceber o que ocorria e poucos minutos depois Leandro sai para as árvores ali próximas, Diana vai atrás. Apostas rolaram soltas, cada um dando um lance maior que outro. Cami não saía de perto de Taís, Mauricio acompanhavam-nas de modo insistente, seguiam na mesma direção de Leandro e Diana. Eu estava ali sentada naquele banquinho, no meio do pomar, sonhando que ouvia uma música. Mas realmente eu ouvia a música, um tom meio melódico de uma viola dedilhada por um dos peões da fazenda, eu segui em direção ao som querendo descobrir o tocador. Fui caminhando devagar até chegar numa cerca e ali sentado numa pedra no meio do mato estava ele.
Não sabia seu nome, mas deliciei-me ouvindo aquela melodia.
Uma vaca muge próximo, eu me assusto e dou um gritinho. O violeiro pára e volta-se em minha direção perguntando:

- Quem está aí?
- Sou eu. Desculpe-me, me assustei com o mugido da vaca.
- Ela é mansa.
- Pode ser, mas eu tenho medo mesmo assim.

Com dois passos ele chega próximo, eu ainda segurando a minha taça de vinho.

- Como vocês conseguem beber isto?
- Isto o quê?
- Este vinho. Deve ser horrível pelo cheiro.
- Não o acho.
- Pois prove um melhor.

Encostou a viola no mourão da cerca, pegou minha mão e me guiou até um paiol. Estava escuro lá dentro, mas consegui seguí-lo; ele adentrou e voltou a entrada com uma garrafa velha, tomou minha taça das mãos e jogou o meu vinho fora colocando do dele, me entregou e mandou eu provar.
Pensei que não iria gostar, mas o vinho era doce e muito saboroso.

- Este fui eu quem fez. – Me segredou.

Agora percebia que ele estava sem camisa, com aquela calça colada ao corpo, seu corpo bem definido do trabalho duro do campo; ele ria de mim, ria de meu estado de torpor ao olhá-lo daquela maneira tão inusitada, talvez para ele aquilo não fosse segredo ou surpresa. Ele voltou a encher minha taça e pegou um copo que estava próximo. Chamou-me para sentar novamente perto da cerca e fomos conversar. Seu nome era Guilherme, trabalhava ali na fazenda há alguns anos por intermédio de Seu João, adorava falar sobre aquela fazenda e de como cuidava das coisas ali, morava no paiol por ser mais reservado; continuávamos a conversar até eu ouvir umas risadas, gargalhadas para ser mais específica, eram meus amigos que haviam flagrado Diana e Leandro. Resolvi ir embora. Agradeci pelo vinho e saí em direção a casa.

Quando cheguei na casa, Leandro e Diana estavam nervosos com a interrupção dos outros. Risadas e mais risadas, até todos decidirem ir dormir. Mas não dormimos, ficamos na sala, eu não queria mais beber, só pensava em Guilherme e sua viola, imaginava ele fazendo sexo comigo, talvez o vinho dele tivesse feito algum efeito nisso, mas não. Cami e Taís começaram a se beijar na sala, enquanto eu e os outros observavam, o vinho começava a fazer efeito, elevar a libido dos seis ali presentes. Enquanto as meninas se beijavam, Leandro acariciava por baixo da saia de Diana sua xaninha, Mauricio aproxima das duas, beijando os três e me convidando a participar da orgia que ali se iniciava. Agora Diana se sentava no colo de Leandro, beijando-o também, com as pernas bem abertas e sua mão abrindo o calção para alcançar o objeto tão desejado. Cami chupava um dos seios de Taís enquanto Mauricio desabotoava a calça de Cami.
As duas tiraram a roupa ao mesmo tempo, deixando Mauricio sentado apreciando a visão de duas mulheres fazendo strip-tease para ele. Diana já cavalgava no colo de Leandro e ele gemia puxando-lhe os cabelos. Eu assistia a tudo pensando no violeiro lá fora que ainda tocava. Saí da sala a procura de Guilherme, a música tinha parado, mas continuei, sabia onde encontrá-lo; fui até o paiol em silêncio e quando abri a portinhola ouvi gemidos de uma mulher. Ao aproximar de uma baia, escondida com a escuridão do lugar, vi um casal que transava em cima do feno com uma pequena lamparina ao lado.
A mulher era ruiva, os cabelos longos até a cintura, sentada em cima de um homem, com as pernas estendidas no feno e segurando-a pela bunda, fazendo-a subir e descer num vai-e-vém; ele também gemia, com os olhos fechados, abrindo a boca para suspirar, apreciando a movimentação da ruiva. Quando virou a cabeça e abriu os olhos percebeu que eu estava ali próximo, assistindo a tudo calada; Ele sorri, um sorriso malicioso e vira a sua parceira, deitando-a no feno e fodendo-a com velocidade e destreza.
A movimentação de sua cintura, os braços apoiados no chão delineando seus bíceps, os gemidos da mulher, as pernas dela a suspenderem ao redor da cintura dele, o beijo escrachado na boca, o chupão no pescoço, a força da introdução e o orgasmo dela a emergir. Aquilo eu assistia e me deliciava de maneira a imaginar que fosse eu. Será que aceitariam mais uma ali? Minhas mãos a deslizar meu ventre buscando meu sexo para uma “siriricazinha” rápida, a morder o lábio, soltar a taça no chão e sentar encostada na baia e me masturbar. Introduzindo dedos, imitando a movimentação de um pênis dentro de minha buceta, acariciar o seio por cima da camisa, a cruzar as pernas para causar mais pressão na mão que imitava o sexo masculino; eu estava tão envolvida na minha masturbação que não percebi quando eles terminaram, Guilherme ficou ali olhando-me masturbar, ele e a ruiva, quando levantei o rosto e percebi a presença deles parei na hora. Ele falou:

- Pode continuar, não nos importamos.

Mas como eu poderia continuar? A ruiva continuava ao lado dele, ambos nus, olhavam para mim e convidaram para participar da relação. Levantei-me pedindo desculpas e a ponto de sair a ruiva aproxima e pergunta se eu tinha alguma objeção em participar de um sexo a três (Ménage), respondi imediatamente que não, levantei-me e entrei na baia.

Os dois começaram a tirar a minha roupa.

Peça por peça.

A ruiva acariciava meus seios enquanto Guilherme acariciava minha nuca com beijos. Quando dei por mim, estava nua de joelhos no feno beijando-me com a ruiva enquanto Guilherme punhetava; com o olhar entramos no consenso de quem iria primeiro beijar aquele pênis rígido. Ruiva seguiu na frente, lambendo e chupando aquele pau ereto, depois foi a minha vez. Era imprescindível o que iria acontecer daqui a poucos minutos, deitamo-mo-nos as duas, bem postas para que ele escolhesse quem iria foder primeiro. Guilherme escolheu a ruiva, o que me deixou com ciúmes, mas enquanto ele socava dentro dela, os dedos dela deslizavam no meu sexo e os dele em meu cuzinho, o que me causou um frenesi. Antes dele gozar, levantou-se e pediu que eu fizesse o mesmo, me debruçou para frente e me penetrou no orifício minúsculo do meu anus; Ruiva ficou de joelhos e se pos a lamber a minha xaninha, que mistura o meu gozo com o dele que escorria de dentro de meu cuzinho.

Gemia. Gozava. Ria. Sorria daquela situação. Quando ele gozou por inteiro dentro de mim, perguntei se não havia outro peão na fazenda para formarmos os pares, ele não gostou muito da proposta e respondeu que ele daria conta da situação.

Tudo bem! Queria ir embora, vesti minhas roupas e fui, deixando os dois ali continuarem com seu exercício. Quando cheguei em casa Mauricio punhetava-se olhando para Cami e Taís, que não quiseram nada com ele. Excitado ao extremo ao olhar as duas, resolvi ajudá-lo. Aproximei e segurei em seu mastro, que era maior e bem mais roliço que o de Guilherme, e comecei a punhetá-lo. Maurício virava os olhos numa surpreendente masturbação que eu fazia; estávamos lado a lado e quando resolvi ficar na sua frente ele goza sobre mim, sobre minha roupa.

- Agora tenho que tomar um banho! – indaguei.

Adentrei na casa, estava escura. Segui tateando até encontrar um interruptor e vejo meu amigo Tomas sentado num sofá, bem tranqüilo, fumando seu baseado, no que me ofereceu um trago. Não aceitei. Fui direto para o banheiro.

No banheiro, tirei toda a roupa e liguei o chuveiro, a água estava muito gelada, com certeza abafaria minha ânsia por sexo, mas para minha surpresa Tomas estava na porta me observando. Talvez quem sabe com ele agora.... Talvez! mas não. Saí do banheiro e fui para cama, precisava dormir, amanhã seria um longo dia para todos, isto com certeza seria...

Encontro surpresa

Este é um conto de amor trágico, não invejando Shakespeare.

Em casa com algumas amigas conversando bobagens: Homens, sexo e compras - nesta ordem. Por um segundo tive a impressão de ver um fantasma de meu passado no corredor.

Pensei: - Impressão mesmo!

Mas o fantasma agora estava parado na soleira de minha porta.
Fiquei paralisada, meu coração disparou e todas as mulheres a minha volta tentavam decifrar aquela minha emoção. Consegui dizer ao menos seu nome. Washington.

- Washington!?
- Posso entrar?

Eu não respondi. As garotas ficaram olhando para ele e para mim, os dois sem ação, olhando-se fixamente. Meu coração estava disparado, os cacos reparados despedaçaram de uma única vez. Minha amiga Clara levantou-se e chamou as outras para saírem, mandou-o entrar e quando Washington entrou ainda continuava estática. Clara fecha a porta, nos deixando a sós.

- Oi, tudo bem?!
- O que.... O que faz aqui?
- Queria conversar com você.
- Conversar sobre o quê? Não temos nada a falar.
- Temos sim.
- Não. Não temos.

As lembranças emergiram de imediato.

Treze. Treze longos anos e ele me aparece agora, quando eu já tinha me recuperado do impacto de nossa separação.

TREZE ANOS ANTES...

Eu, uma garota de meus catorze anos. Washington, foi o meu primeiro namorado e meu primeiro homem. Começamos a namorar depois de uma briga, onde o chamei de "viado". Eu, sinceramente, não sei o que ele viu em mim, uma guria de treze para catorze anos, colegial, que só pensava em pegar na mão no sentido de namorar. Ele quase me atropela com a moto e por isso o chamei de viado. Ele me seguiu até em casa e dois dias depois começamos a namorar; esqueci de dizer que ele é dez anos mais velho.

Meu pai não aceitou muito bem a nossa relação, mas não interferiu. Washington me iniciou na arte do prazer, quando saíamos para um motel. Nas carícias que fazia em meu corpo, nos beijos, no sexo que não fizemos, no toque que me torturava. Eu aceitei aquilo de bom grado, mas meu corpo começou a exigir mais, eu queria a cópula, o sexo explícito e não ficar somente nas carícias.

Houve um dia em que o obriguei a transar, ele não queria de modo algum, não sei o por quê?, ele conhecia meu corpo melhor do que eu mesma. E numa tarde de quinta-feira ele me convida para sair, eu não sabia para onde iríamos então arrumei-me toda: um vestido azul com flores na saia, uma sandália de salto, um gloss nos lábios, uma maquiagem suave e um rímel nos cílios.

Às três horas desta tarde ele foi me buscar. Saímos primeiro para tomar sorvete, ele olhava eu lamber a colher enquanto saboreava meu sorvete de chocolate. Saímos de lá, eu às cegas sem saber realmente para onde iria e por um segundo ele pediu para vendar meus olhos, tinha uma surpresa. Fiz o que ele me pediu e quando chegamos ao local, ele me desceu do carro e levou-me para dentro, não sei onde, só descobri quando entrei e ele tirou a minha venda. Eu estava no motel que frequentávamos, mas noutro quarto, num mais requintado, mais sofisticado.

Encantei-me. Na cama havia um buquê de rosas vermelhas, da qual eu gostava. Também tinha um bilhete, quando li era uma declaração de amor da parte dele, as frases magníficas, bem trabalhadas. Emocionei, chorei até. Ele me abraçou por trás. Sua mão ao redor de minha cintura foi subindo em direção aos seios, um beijo na nuca iniciou a seção de prazer.

Começou abrindo os botões, um por um, seguidos por beijos molhados. Eu me arrepiava. O vestido deslizava devagar pelo meu corpo; ele fazia escorregar pausadamente, seguidos de beijos, quando percebi estava com minhas roupas íntimas. Washington ficou parado na minha frente, sua barba por fazer fazia-o ficar sexy, aquela calça jeans que marcava todo seu quadril. Sentei na cama e pedi que se aproximasse, abri os botões de sua camisa, um por um, tirei toda; depois abri o cinto, tirando-o e jogando no chão; abri a calça e tirei junto com a cueca.

Nú, totalmente nú, lindo e perfeito (para mim é claro!); adorava deslizar minhas mãos sobre o seu corpo, ele ficava sério, apreciava o toque, o pênis se erigindo na minha frente. Eu peguei e o acariciei, meus dedos deslizaram sobre aquela massa rígida. Beijei a cabeça e enfiei na boca, mal cabia dentro, mas continuei, roçando a língua em toda a sua extensão, ele começava a gemer, segurou em meu cabelo e a ponto de gozar ele se afasta.

Ele foi gozar no chuveiro, quando voltou enrolado numa toalha, sentou-se no meio da cama e me fez sentar em seu colo. De frente pra ele, começamos a nos beijar, tirou meu sutiã e massageou meus seios deixando os bicos em tesão. Chupou-os. Sugou-os. Seus dedos invadiam minha buceta, os dedos ficavam molhados com o prazer que escorria. Tirou minha calcinha, deixando-me de salto, eu sentia seu pênis enrigecer novamente por baixo da toalha, agora faríamos sexo, mataria a vontade de meu corpo e descobriria o segredo do prazer.

Washington me deitou devagar, ainda me beijava quando foi encaixando-se; a primeira investida foi devagar, a segunda um pouco mais forte, meus lábios descreviam a dor que sentia, mas na terceira investida, levantei o quadril para romper definitivamente aquela barreira que nos separava. A dor não foi crucial, o prazer foi mais intenso; ele movimentou-se devagar, para que eu acostumasse com a intensidade e força, depois seguiu rápido. Movimentava junto com ele e a palpitação crescente de meu coração fazia meu sangue correr mais rápido e o prazer crescia, aumentava; a minha libido em alta, os espasmos fazendo meu lábio tremer, eu queria beijá-lo e o beijei no momento do prazer total.

Gozei e ele gozou, o pequeno rastro de sangue nas minhas pernas, o suplício inicial não significava nada diante daquilo. Eu estava feliz. Ele também. Ofegantes, o abracei e deixei ele dentro do meu corpo. Quando voltei para casa, estava radiante, mas para minha desilusão, ele fora embora e eu chorei, sem entender o por quê de ele ter feito aquilo e ele nunca mais apareceu.

Agora, treze anos depois, ele me aparece. Meu corpo deu todos os sinais, mas mesmo assim aquela dor de ser abandonada me consumia.


... Continua.

Dias de hoje, treze anos depois...

Ao visualizá-lo ali, na minha frente, com aqueles mesmos olhos sugestivos, percebi que ainda estava vulnerável ao charme dele. Eu não tinha intenção alguma de falar e não entendia o por quê de ele estar ali na minha frente, sabia somente que minha amiga Clara havia deixado ele entrar. Washington dizia querer conversar, mas conversar sobre o quê? Não tínhamos mais nada a falar, o que tinha passado foi passado, e mesmo assim eu queria dizer outras coisas, palavras entaladas na minha garganta por tanto tempo.
- Você não deveria estar aqui?
- Eu sei!
- Então por que veio?
- Não sei. Queria te ver.
- Ver-me?!
- Sim, não posso?
- Não. Não pode.

Ele chegou mais perto, aproximando-se devagar, ficando na minha frente, próximo ao sofá. Baixou-se e me deu um beijo sem eu esperar. Eu tentava revidar ao beijo, mas meu corpo se erguia em sua direção, Washington ainda mexia comigo, me esqueci o por que da raiva que sentia dele  e deixei ele continuar; ele pausa o beijo e fica a olhar, e eu sabia que aquilo era um teste.
Não me fiz de rogada, não estava com paciência para o jogo de perguntas e resposta, pulei em seu pescoço e beijei-o com volúpia, com o desejo repreendido de tantos anos. Ele caiu sentado, mas eu ainda continuava agarrada em seu pescoço, beijando-o.

- Eu queria te falar...
- Não fale, faça sexo comigo agora. – Ordenei.

Comecei a desabotoar a sua camisa, botão por botão, deslizando minha mão por seu peito peludo e másculo. Abri o cinto de sua calça e joguei para longe; Washington tirava minha roupa rápido, tinha medo de eu desistir. Tirei os seus sapatos e meias, e puxei a calça para baixo deixando-o de cueca no meu tapete, estirado ali no chão. Levantei-me e chamei-o para irmos para o quarto, ele não quis, queria ficar ali no tapete e quando pegou minha mão me puxou para baixo deitando-me no tapete e deitando sobre mim. Ele não queria que eu fugisse ou desistisse de transar com ele, então Washington tirou minha calcinha com a velocidade de um pássaro em vôo, não tinha paciência para as preliminares, abriu as minhas pernas, levantou o meu quadril e enfiou se pênis duro em minha buceta com ferocidade, enfiava forte e rápido, queria saciar-se, eu que seguisse seus movimentos ou ficaria para trás. Mas eu gostava daquilo, daquele domínio, enquanto ele segurava minhas mãos acima da cabeça e metia cada vez mais forte. Eu gemia, movimentava em seu ritmo, gozava e o xingava.

- Puta, minha putinha, você agora não me escapa.
- Cale a boca e me foda seu fracote, seu viado.
- Vou lhe mostrar o viado.

Sai de cima e me vira, empina a minha bunda e me fode no cú. A dor foi intensa, eu não esperava ele ser tão violento, mas estava adorando, sabia que tinha de xingá-lo cada vez mais para que ele socasse mais forte.

- É só isso que sabe fazer, seu bundão... Você parecia ser melhor.

Washington puxa meu cabelo, fazendo-me virar o rosto, ele morde minha orelha e me beija grotescamente; um beijo de luxúria e enquanto ele me socava cada vez mais, arranhava minhas costas deixando a sua marca. Aquela sensação de ser dominada estava me excitando cada vez mais.
Ele goza. Eu não. Mas ele não se importava muito, estava interessado em saber o que eu faria para ele, em relação a sexo. Levantou-se me deixando no tapete, me olhava do mesmo modo, com a intensidade de que faria mais daqui a alguns minutos.
Realmente me levantei desejando que ele me fodesse mais. Em pé, caminhei para o banheiro, queria mais que tudo um banho gelado, mas ele não deixou, me pegou nos braços e caminhou em direção ao quarto; me jogando na cama e se jogando junto, ao meu lado, pedindo que o humilhasse, levantei e fui ao guarda roupa pegar alguns apetrechos: uma algema, um óleo de massagem, uma máscara e um pequeno chicote com pontas duplas.
Ele se espantou com meu arsenal. Sorriu irônico.
Prendi suas mãos na grade da cama, coloquei os objetos na cabeceira e sentei em cima do corpo dele. Comecei massageando o peito dele com o óleo, mãos que subiam e desciam, deslizavam de maneira vaga, insinuando círculos e às vezes feixes; pelo peito, pescoço, barriga, cintura, pênis, coxas, pernas e pés – no qual ele sentiu cócegas. Quando subi novamente para sua cintura, dei-lhe dois tapas no rosto, no qual ele não gostou muito, mas agora eu estava no poder. Suspirei em seu rosto, querendo beija-lo, insinuei um beijo e ele estava com a boca aberta expondo sua língua, mas não quis. Mordisquei seu queixo, belisquei seus mamilos, ele arqueou o corpo, agora era a vez do chicote; ele olhou meio que desconfiado, quando deslizei as pontas por seu rosto, pelo o seu corpo e chicoteei suas coxas, deixando-as vermelhas. Não posso falar que sou adepta ao sado, mas naquele momento eu iria ser, queria castigá-lo pelo o que ele tinha feito a mim.
Em cima da vermelhidão das coxas lambi, minha língua ia sinuosa sobre ela, aliviando o impacto; mas continuei severa no meu castigo, não ficando somente nas coxas, mas também no abdômen, no peito, nos braços e a cada investida que eu dava com o chicote mais ele me odiava. Que sensação tê-lo assim tão vulnerável a mim, tão susceptível ao meu desejo, e depois de castigá-lo percebi a ereção surgir.  Com o pênis ereto me aproveitei. Deslizei minhas mãos sobre aquele membro rígido, acariciando com força, lambi a cabeça e chupei, como se chupasse um pirulito bem doce.
Washington gemia e como gemia. Pedia para que eu fizesse uma boquete, mas quanto mais ele me pedia, mais eu mordiscava a raiz daquele tronco. Por fim sentei-me, movimentando devagar, massageando seu pau com minha buceta molhada, subindo e descendo, querendo gozar. Mas eu não queria gozar com a buceta, queria com o cú, daí com o pau bem lubrificado com minha seiva, sentei-me novamente, mas agora enfiando o cuzinho naquele pau gostoso. E do mesmo modo que fazia com a buceta, fiz com o cú. Subindo e descendo, sentindo gozar, meu orgasmo se aproximando, apertando suas coxas com minhas unhas e gozando por fim. Ele não fez nenhum movimento, mas estava exaurido com a fricção causada pelo meu sexo, deslizei suada pelo o seu peito e beijei sua boca. Ele mordisca meu lábio fazendo doer.
Quando ele soltou meu lábio, dei-lhe uma tapa e sorri.
Ele sorriu de volta e seu olhar me dizia que se eu o soltasse naquele momento eu estaria perdida.
Quando me aproximei das algemas para libertá-lo, meus seios ficaram bem próximos de seu rosto, principalmente de sua boca, ele lambeu um deles, um bico, chupou e mordiscou fazendo-me gemer. Parei por um segundo enquanto ele continuava naquele movimento. Desisti de solta-lo e deixei-o a vontade com meus seios alternando-os de um para outro. Enquanto ele fazia isso, meus dedos deslizavam dentro de minha xaninha, seria meu segundo gozo, sim, meu segundo gozo, pois estava muito sensível ao toque dele.

Resolvi por fim soltá-lo de vez, queria saber o que ele faria comigo agora. Com as mãos livres ele segurou minha cabeça e forçou um beijo; Era rígido, frio e calculista. Mas erótico. Quando ele parou sorriu.

Era isso que ele queria, era aquilo que eu queria, deitamos lado a lado.
Agora sim era a hora de conversarmos.